fevereiro 28, 2011

e eu vou assim...


Sei que faz um tempão que não dou notícias, né?

Juro que sempre imaginei ter uma gravidez saudável, mas as coisas não aconteceram bem assim...
Além dos cuidados iniciais, dos quais ainda não estou liberada, por conta do descolamento da placenta, estou tendo uma síndrome na gravidez, que é denominada como hiperemese gravídica, traduzida como excessos de vômitos e enjôos.
É uma coisa quase que insuportávelmente chata e apesar de todo o cuidado, fiquei até internada por conta de uma desidratação grave.
Continuo vomitando muitas vezes ao dia, tendo enjôos e um pouquinho de tontura, mas agora estou sendo medicada com remédios para pacientes que fazem quimioterapia, ou seja, estou praticamente dopada e não tenho muita disposição para escrever como antes.
A boa notícia é que ainda não engordei quase nada e que o bebê está ótimo, crescendo e se desenvolvendo normalmente.
Tomara que isto passe logo para eu poder curtir a espera do meu bebê.
Obrigada pelo carinho!
Bjinhos
Lyz

hiperemese gravídica

A hiperemese gravídica (vômito excessivo durante a gestação), ao contrário do mal-estar matinal normal, é a ocorrência de náusea e vômito extremamente graves que causam desidratação e inanição.

A causa da hiperemese gravídica é desconhecida. Fatores psicológicos podem desencadear o vômito ou torná-lo mais intenso. A gestante com hiperemese gravídica perde peso e desidrata. Quando a gestante apresenta mal-estar matinal, mas ganha peso e não está desidratada, ela não apresenta hiperemese gravídica.

A desidratação provoca alterações perigosas das concentrações dos eletrólitos no sangue e este se torna demasiadamente ácido. Quando o vômito persiste, o fígado pode ser lesado, algumas vezes rompendo e sangrando. Uma outra complicação grave é o sangramento na retina (retinite hemorrágica), o qual é causado pelo aumento da pressão arterial durante o vômito.


Tratamento
Como a hiperemese da gravidez pode colocar em risco a vida da gestante e do concepto, a mulher é hospitalizada e é realizada a reposição intravenosa de líquido, glicose (um açúcar simples), eletrólitos e, ocasionalmente, vitaminas.

A gestante pode permanecer em jejum durante 24 horas. Medicamentos antieméticos (contra a náusea) e sedativos são administrados de acordo com a necessidade. Assim que a desidratação é tratada e o vômito é interrompido, a gestante pode voltar a alimentar-se com porções pequenas e freqüentes de alimentos pastosos.

A quantidade das porções é aumentada à medida que ela consegue tolerar mais alimento. Em geral, o vômito cessa em poucos dias. Quando os sintomas recorrem, o tratamento é repetido.

Fonte aqui

Mais informações aqui

Imagem daqui

fevereiro 01, 2011

agora é...


“... a respiração contínua do mundo

é aquilo que ouvimos
e chamamos de silêncio.”

(Clarice Lispector)