outubro 05, 2010

finalmente...

assisti Comer, Rezar e Amar

Acho que o livro nos proporciona a uma viagem particular sobre nossa ótica, já o filme faz a gente viajar na fantasia do cinema. Além da ótima fotografia, dá para rir bastante, eu adorei...


Segundo o crítico de cinema Celso Sabadin, o livro foi transformado em um filme que agrada a todos.

- É um autêntico filme de autoajuda, daqueles que falam tudo o que o espectador quer ouvir, evita grandes perturbações, explora grandes amores em ambientes idílicos e – consequentemente – faz a plateia sair do cinema com uma grande sensação de saciedade.

O longa-metragem estreou na sexta-feira (1º) em todo o Brasil. O Cineclick selecionou algumas curiosidades sobre a produção para você entrar no clima. Confira abaixo os fatos mais curiosos:

1) Crítica italiana desdenhou do filme

Apesar de o filme, e também o livro, mostrar muitos pontos positivos da Itália, a imprensa italiana desdenhou da produção. O jornal diário La Stampa taxou o filme de kitsch. Já o crítico Curzio Maltese, do jornal romano La Repubblica, afirmou que a trama retrata os italianos de forma caricata, o que gerou uma onda de críticas negativas na imprensa italiana.

2) Troca de time deixou italianos furiosos

Pense em um livro, sucesso de vendas no mundo inteiro, que retrate um dos personagens centrais como torcedor fanático do Corinthians. Porém, no filme baseado na publicação, o mesmo personagem é mostrado como um torcedor palmeirense. Polêmico, não?

Foi exatamente isso o que aconteceu em Comer, Rezar, Amar. Os roteiristas do longa-metragem transformaram Luca Spaghetti, guia e amigo da protagonista, torcedor do Lazio, em um torcedor do Roma - times romanos rivais e que, segundo a autora, no próprio livro: "a rivalidade entre eles é capaz de dividir famílias e bairros felizes, transformando-os em zonas de guerras civil".

A mudança não agradou nem um pouco ao Luca Spaghetti da vida real, que acompanhou alguns dias de filmagens. Em entrevista para o jornal La Stampa, ele diz que chegou a reclamar para os produtores do filme. Mas o máximo que ele conseguiu foi que o ator que o interpreta na trama, Giuseppe Gandini, usasse, por alguns instantes, um cachecol do Lazio.

E se você pensa que ele foi o único a não gostar da "pequena" alteração, engana-se. Foi até iniciada uma campanha na internet , chamada de "come, reze, ame e leia o livro, mas não vá ao cinema", criadas por torcedores do Lazio - é claro.

3) De Hollywood para o hinduísmo

Na Índia, durante as filmagens de Comer, Rezar, Amar, Julia Roberts se encantou com o hinduísmo e tornou-se praticante. A atriz, que nasceu em berço católico e batista, também incentivou a participação de toda a sua família - ela carregou os três filhos, Hazel, Phinnaeus e Henry, e também o marido, o cinegrafista Daniel Moder, em todas as celebrações que presenciou enquanto esteve no país.

4) O livro é um sucesso de vendas

O livro que deu origem ao filme figurou na lista dos mais vendidos do conceituado jornal americano The New York Times por mais de um ano, além de ser eleito como um dos cem melhores livros de 2006, também pelo mesmo veículo. A publicação foi traduzida em mais de 36 idiomas e, até o início de 2010, teve mais de 4 milhões de exemplares vendidos. Nomes como Hillary Clinton e Elle MacPherson elogiaram o trabalho da jornalista.

5) Como ser brasileiro?

O ator espanhol Javier Bardem, par romântico de Roberts no filme - ele interpreta Felipe, o brasileiro com quem Gilbert se relaciona quando está em Bali - pediu ajuda de um amigo brasileiro para compor seu personagem. Em algumas entrevistas, Bardem afirmou que tentou evitar carregar no sotaque gringo e utilizar gestos e movimentos que fizesse de sua atuação o mais brasileira possível.

6) Cenários reais

Muitas cenas dos filme foram filmadas nos próprios locais descritos no livro. Por exemplo, a produção filmou na verdadeira casa de Ketut Liyer, um personagem importante da sequência de Bali. De acordo com o diretor do filme, era importante para ele fazer jus aos lugares que Gilbert percorreu durante sua "aventura".

7) Presença constante da autora

Ao contrário de muitas adaptações literárias para o cinema, Comer, Rezar, Amar contou com a participação da autora constantemente. Ela mesma garantiu que nenhum detalhe ficou sem sua aprovação, ou pelo menos, sem a sua opinião. Durante a escrita do roteiro, os roteiristas Ryan Murphy e Jennifer Salt trocaram diversos e-mails e telefonemas com Gilbert - que os auxiliou em cada momento.

8) Música brasileira no filme

Além de ter um personagem brasileiro, o filme conta também com canções brasileiras, fazendo uma "ponte" com a Bossa Nova. Músicas como Wave, de Tom Jobim, na voz de João Gilberto, e Samba da Canção, de Vinicius de Moraes e Baden Powell, cantada por Bebel Gilberto, podem ser ouvidas no decorrer da história.

9) Fotografia feita por vencedor do Oscar

E para terminar, porém, não menos importante, a fotografia do filme - elogiada pela crítica mundial - foi realizada por Robert Richardson, vencedor do Oscar em 2005, por O Aviador.

fonte aqui, mais sobre o filme aqui

Um comentário:

  1. Oi Lyz, que surpresa!
    Estou louca pra assistir este filme!
    Quando a vida anda corrida demais agente acaba refletindo no blog né, mas é uma delicia voltar aqui, encontramos nossos amigos virtuais e comentários carinhosos! Adoro!!!
    Beijos pra vc e uma ótima semana!!!
    A Copê

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fico feliz quando leio o seu recadinho...
obrigada!