agosto 31, 2010

pequenos reparos...

Tem coisas que a gente vai adiando e quando vê, perdeu o controle...
Com os reparos nas roupas é assim também, um botão que caí, uma linha que puxa, um zíper que quebra, uma barra por fazer e por aí vai... Daí quando você vai usar a roupa dá vexame ou acaba deixando ela encostada em algum lugar só por causa de um botão. É claro que para esta tarefa é necessário ter no mínimo um pouco de disposição, mas posso garantir que o esforço vale a pena e num instante suas roupas estarão "usáveis", afinal, tudo nesta vida precisa de manutenção, né?

Material:
- tesoura;
- abridor de costuras;
- aparelho de depilar;
- botões;
- adesivo para tirar bolinhas;
- alfinetes;
- agulhas de costura;
- linhas nas cores necessárias.


prender botões...

arrumar linhas repuxadas

e costurá-las...

cortar excessos de linhas...

costurar buraquinhos ...

tirar bolinhas das roupas...

assim, com muuuuuuuuuuito cuidado...

e depois assim...


Tá vendo? É fácil e rápido!
Depois é só usar!

P.S.: Deixo a dica de que é melhor não se atrever a costurar um zíper se não tem muita intimidade com a máquina de costura, estas coisas a gente vai aprendendo com o tempo, de qualquer maneira você pode juntar todas as peças que precisam de uma mãozinha e levar em uma costureira para que ela faça os ajustes necessários.

agosto 28, 2010

hoje...


Dizem que toda mulher é feita para ser mãe. Eu não concordo, mas acredito que algumas mulheres, muito mais que outras, têm este instinto à flor da pele e para estas mulheres, é uma tortura o "adiamento" desta missão.
Conheço uma mulher assim.
A vida toda ela vem sonhando, pedindo e esperando sua hora chegar.
E chegou.
Hoje estou muito agradecida a Deus, aos anjos, as orações, à Ivani e a todos que torciam para que este dia chegasse.
Hoje aquela moça que tinha tanta paciência comigo e com os meus irmãos quando éramos pequenos, está com o coração alegre, com o sorriso brilhante e com os olhos cheios d'água.
Hoje a Bia encontrou um lugar cheio de amor para lhe acolher e a minha querida Idenir finalmente encontrou seu maior motivo de viver.
Obrigada Senhor!

inspiração...

vai um café da manhã?

imagem daqui

agosto 27, 2010

...

“Todo o caso de loucura é porque alguma coisa voltou.
Os possessos, eles não são possuídos pelo que vem, mas pelo que volta.”
(Clarice Lispector)

agosto 26, 2010

meus monstrinhos...

Na última prateleira do meu armário, ficam os meus monstrinhos...
Como sou maluca por simetria e organização, tenho mania de arrumá-los de um jeitinho próprio e sempre sei se alguém mexeu.
Hoje pela manhã, quando abri a porta do meu armário eles estavam se beijando...
Algum ser humano bobo (que eu ainda não descobri quem), deixou assim para brincar comigo... Valeu, eu fiquei rindo...

hummmmmmmmmmm!

agosto 23, 2010

é bonita...

Eu sei que a vida devia ser
Bem melhor e será
Mas isso não impede
Que eu repita
É bonita, é bonita
E é bonita...
(Gonzaguinha)

Uma ótima semana para todos!

agosto 22, 2010

humor sem censura...

Quer dizer que a gente vota e escolhe alguém para nos fazer de "palhaço" por quatro anos, mas não pode falar dos coitadinhos?


P.S.: Temos mesmo que fazer piada contra a decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de proibir humor com candidatos em programas de rádio e TV. Quer dizer que pode ter dinheiro em meias e cuecas, que tudo pode acabar em pizza ou panetones, que os salários e ajuda de custos podem dobrar, que bláblábláblá... Que vergonha, heim?

agosto 21, 2010

para ler e copiar...

Por que as Francesas não engordam?

A França é conhecida pela qualidade e variedade da gastronomia, mas não é um país de obesos. O instigante também é que “malhar” não está entre as predileções dos franceses.

A tradicional alimentação francesa ainda se mantém com três refeições ao dia e três pratos ao jantar e, muitas vezes, com um adicional de queijo antes da sobremesa, garante a francesa Mireille Guiliano no livro, que se tornou best-seller internacional, “As mulheres francesas não engordam” (Ed.Campus).

Embora o número de pratos seja maior, o tamanho deles é menor, ou seja, a quantidade de comida é bem reduzida. Mas para a autora, outro segredo é que os franceses cultivam uma certa formalidade e tradição mesmo nas refeições comuns, apesar das modernidades. Nada de comer vendo tevê ou lendo jornal. Nem comer no carro ou no metrô. Muito menos em pé!

Comer para os franceses exige um certo ritual. A arrumação da mesa é tão importante quanto a preparação da comida, pois dispõe a mente para o que será servido e aguça os sentidos.

Prestar atenção ao que se come é fundamental para se apreciar o sabor, ensina Mireille. Quem come automaticamente, come mais do que necessita. Come para satisfazer os “demônios” da mente e não às necessidades do estômago ou da degustação. Pelo menos a metade dos nossos hábitos errados de comer e beber, garante a autora, origina-se da falta de atenção aos nossos verdadeiros prazeres e necessidades.

E mais um segredo. O prazer da maior parte das comidas está nos primeiros bocados, por isto os franceses raramente repetem um prato. Assim, não transformam em rotina as coisas de que mais gostam.

Eles também não colocam uma refeição inteira no prato. Trocar os pratos não apenas força a pessoa a se concentrar no que está saboreando como também retarda a refeição, favorecendo a digestão e promovendo maior satisfação. “Quanto mais depressa se come, mais se quer comer. Se lavar um prato extra parece um transtorno, o que, então, representa engordar?” questiona Mireille.

Assim, mesmo saindo de uma refeição mais elaborada, os franceses ficam satisfeitos, nunca empanturrados. Então, como constatou madame Guiliano, tudo se resume a uma questão cultural.

A influência cultural

Meirelle, aos 18 anos, viveu por um ano nos Estados Unidos, participando de um intercâmbio e voltou gorda. Ao retornar, surpreendeu a todos. Com a ajuda do médico da família e dos pais, recebeu orientação para voltar aos clássicos princípios franceses da gastronomia e para adotar os truques consagrados pelas mulheres locais, que nunca mais abandonou.

Embora tenha voltado a morar na América, em razão da carreira e do casamento com um americano, hoje, como presidente e CEO da Clicquot Inc., em Nova Iorque, participa de freqüentes almoços e jantares de trabalho. Sem dietas radicais e uma vida de vinho, pão e até chocolate, mantém-se esbelta como qualquer francesa, conforme demonstra em suas aparições.

O peso ideal, diz ela, varia nas diferentes épocas da vida. Quem era saudável aos vinte anos, o melhor é manter mais o menos o mesmo peso o resto da vida. Para tornar esta meta possível, oferece alguns conselhos básicos:

- não fique passiva, nem desanimada quando sua roupa e o espelho indicarem que é hora de fazer um ajuste na alimentação. Anote durante três semanas tudo o que come. Depois identifique e reduza progressivamente os “agressores” (massas, pizzas, doces, etc) que forem mais freqüentes;

- não estoque “agressores” em casa;

- faça uma lista e um estoque de “pacificadores” da fome (iogurte, barra de cereais, frutas), que mais lhe agradam;

- cultive sua própria intuição de “agressores” e de “prazeres” e ajuste cada um aos níveis que lhe convenha, procurando sempre compensar abusos, ou seja, maximizar as recompensas do prazer, minimizando os custos;

- diversifique suas comidas tendo em foco as estações do ano. Aumente a proporção de frutas frescas e legumes;

- experimente novos sabores;

- prepare suas próprias refeições. Desista de comidas prontas, principalmente as que são processadas com qualquer coisa que seja artificial;

- os temperos facilitam a digestão das comidas pesadas e fortalecem a imunidade (tanto as ervas quanto os temperos podem ajudar a diminuir o sal, que causa retenção de água e ganho temporário de peso). Invista no alho poró que é muito nutritivo e diurético;

- tome um bom café da manhã;

- coma devagar e sempre sentada. Aprecie o que está comendo;- nunca sinta fome. A fome é atormentadora e desagradável;

- beba pelo menos mais dois copos de água por dia e sempre mais, quando tiver oportunidade;

- progresso na carreira, casamento e maternidade podem ser fatores de estresse, a melhor defesa é aprender a saborear as pequenas coisas que fazem cada dia ser um milagre, seja o nascer do sol no caminho para o trabalho, um arbusto abrindo em flores ou o sorriso inesperado de um estranho.

As francesas são esbeltas e saudáveis porque compreenderam que são guardiãs do próprio equilíbrio e, quando este escorrega, estabelecem seu próprio plano de correção, baseando-se nas preferências pessoais. Mas, normalmente, elas não deixam uma perda de equilíbrio ficar muito fora de controle.

texto daqui

P.S.: Li este livro há um tempo e acho que estes conselhos valem muito, principalmente se adequados as necessidades de cada um... Para os interessados, é fácil achar o download grátis na internet e é rapidinho para ler...

agosto 19, 2010

agosto 18, 2010

lar...


Poder dormir
Poder morar
Poder sair
Poder chegar
Poder viver
Bem devagar
E depois de partir poder voltar
E dizer: este aqui é o meu lugar
E poder assistir ao entardecer
E saber que vai ver o sol raiar
E ter amor e dar amor
E receber amor até não poder mais
E sem querer nenhum poder
Poder viver feliz pra se morrer em paz

(Vinicius de Moraes – Terra Prometida)

hoje...


estou fazendo planos com linhas, agulhas e tecidos para um menino que vai chegar...


P.S.: A mamãe e o papai querem tudo verde (argh)!

faça a diferença...

Quem ama educa.
Não bata no seu filho.

O que são castigos físicos e humilhantes ?

É uma forma de violência aplicada por uma pessoa adulta com a intenção de disciplinar para corrigir ou modificar uma conduta indesejável. É o uso da força causando dor física ou emocional à criança ou adolescente agredido. É uma forma de violência contra a criança e uma violação de seu direito à dignidade e integridade física.

Abaixo seguem alguns exemplos:

  • Palmadas
  • Beliscões
  • Tapinhas na mão
  • Pontapés
  • Puxão de cabelo
  • Rejeição ou desqualificação da criança ou do adolescente
  • Bater com a mão ou com um objeto (vara, cinto, chicote, sapato, fios)
  • Xingamentos, humilhações
  • Castigos excessivos, recriminações, culpabilização
  • Ameaças
  • Uso da criança como intermediário de desqualificações mutuas entre os pais em processo de separação
  • Responsabilidades excessivas para a idade
  • Sacudir ou empurrar a criança
  • Clima de violência entre os pais e de descarga emocional em cima da criança
  • Obrigá-la a permanecer em posições incômodas ou indecorosas
  • Obrigá-la a fazer exercícios físicos excessivos.
  • Surras
  • Chacoalhar a criança

Alimentando o ciclo da violência
O uso do castigo físico infligido a uma pessoa faz parte de um “ciclo” de violência. Entretanto, muitos pais ainda não enxergam dessa forma, pois esta metodologia educativa está fortemente legitimada em nossa sociedade. Os pais que utilizam o tapa, a palmada ou a chinelada para educar o fazem acreditando que estão fazendo o melhor para seus filhos, mas não percebem que, na verdade, estão infringindo o direito que as crianças possuem (assim como qualquer outro ser humano) ao respeito pela sua integridade física e dignidade humana.
Se a violência física contra um adulto não é aceitável socialmente, sendo passível inclusive de sanções legais, porque a violência contra a criança deve ser aceita? Os pais não vêem que, ao utilizarem o castigo físico, estão abusando da diferença de poder que existe numa relação entre um adulto e uma criança.


Os efeitos do castigo físico e humilhante não podem ser generalizados para todas as crianças, pois dependem da experiência de vida de cada um e da configuração familiar em que a criança encontra-se inserida. Entretanto, uma conseqüência direta do uso do castigo físico é o aprendizado, por parte da criança, de que a violência é uma maneira plausível e aceitável de se solucionar conflitos e diferenças, principalmente quando você está em uma posição de vantagem frente ao outro, principalmente física (como no caso do adulto frente à criança). E este aprendizado é transportado para outras relações da criança, como para a sua relação com um irmão mais novo, por exemplo. Também percebemos que, em muitos casos em que a criança sofre com castigos físicos e violências psicológicas freqüentes, ela pode apresentar um perfil retraído, introvertido. Se a criança não tiver uma rede de apoio forte (outros parentes ou outras pessoas que lhe sejam significativas e que lhe tratem de maneira diferente), a sua auto-estima fica tão comprometida que vemos como consequências a insegurança, o medo, a timidez, a passividade e a submissão.

Muitas vezes, a violência física e/ou psicológica acaba acontecendo num rompante, e não por metodologia. Nestes momentos os pais podem sentar com seus filhos e serem sinceros com eles, explicando que perderam o controle e que se arrependem por isso. Este tipo de atitude é um ótimo exemplo de humildade e de respeito para com o outro. Ao sentarem para conversar com seus filhos, os pais darão o exemplo de que pedir desculpas não é algo do qual a criança deva se envergonhar e de que errar é humano, que nem sempre eles, pais, irão acertar em tudo, apesar sempre desejarem o melhor para seus filhos. Além disso, este é um ótimo momento para ouvir a própria criança e procurar, juntamente com ela, estabelecer as “regras” de convivência para todos dentro de casa. Por exemplo, o pai ou a mãe podem identificar que não agiram da melhor forma porque foi justamente no momento em que chegavam estressados do trabalho. Junto com a criança, eles podem conversar com ela e estabelecerem juntos que, quando isto acontecer, eles precisarão de um tempinho para respirarem fundo, relaxarem e, então, darem a atenção de qualidade que a criança merece.

Denuncie a violência contra crianças - Disque 100

agosto 17, 2010

tesouros...

Por uma razão de lógica, eu sempre soube que caso a vida não pregasse nenhuma surpresa, minha vózinha morreria antes de mim. Por este motivo, sempre fiz questão de aproveitar cada segundo que pude ter com ela e como sei que gosto de coisas palpáveis guardei algumas "heranças" que para algumas pessoas podem não significar nada, mas que para mim, valem mais que muuuuuuuuuuuuuuito dinheiro.
Hoje, para lembrar das coisas e dos momentos bons, vou mostrar umas coisinhas que eu guardo com todo carinho do mundo:

este paninho ela bordou para mostrar como é que
ela bordava o enxoval dela quando era moça...


aqui ela estava me dando uma aula de "pano amarrado",
conhecido como abrolho...


aqui, ela tentava mostrar como é que fazia "bainha aberta", mas com as limitações da visão e a falta de coordenação motora decorrentes dos oitenta e trálálá anos, saiu assim. No final do trabalho ela disse assim: Ah fia, este aqui é melhor você aprender com sua prima Ivani, ela sim sabe fazer direito.
*pois bem vó, vou aprender com a Ivani.

aqui ela quis pintar um pano e achou o máximo, não queria parar...


Estas coisinhas ficam muito bem guardadas junto com alguns desenhos de lápis de cor que fizemos juntas e uma bandeja de crochê (que é uma das maiores lembranças que eu tenho da casa da minha vó na infância), são os meus tesouros, quando bate a saudade é só dar uma espiadinha para lembrar e sentir todo carinho e dedicação que ela sempre me deu...

hoje...

Seria um dia de muita comemoração, alegria, carinho e amor...
Se ela estivesse aqui...
Que Saudade!

agosto 15, 2010

fácil, fácil...

Este tutorial é tão fácil que só de ver dá para fazer e deixar a casinha ainda mais bonita...





Uma graça, né?

Boa sorte e ótima semana!
Bjinhos
tutorial daqui

agosto 14, 2010

agosto 12, 2010

pura fofura...







Não dá para resistir as fotos que esta mãe aqui, posta.
Valha-me Deus que criatividade e que fofura...
Fiquei sem saber que foto escolher para postar, tô aqui babando!

agosto 09, 2010

instantes...

"...se em um instante se nasce,

e se morre em um instante,

um instante é bastante para a vida inteira."

(Clarice Lispector)

imagem daqui

agosto 08, 2010

pai...

Lembro de todo amor que coloquei no giz de cera e no papel, quando estava na pré-escola, para pintar uma camisa e uma gravata que serviriam de suporte para a caneta bic que seria o meu presente do dia dos pais.

Lembro da minha mãe levantando cedo no domingo para preparar a mesa especial de café da manhã, acordando a gente, lavando o rosto e escovando os dentes para juntos irmos até o quarto cantando para acordar o meu pai.

Pai?

...

Infelizmente, tive um que não cuidou e nem protegeu a família.

Que não valorizou nosso amor, nosso carinho, nossas surpresas e que por último, não valorizou a chance que demos a ele de mudar.

Uma pessoa que nunca se preocupou com meus sonhos, com minhas dores, com meus questionamentos, com a minha formação e com as minhas necessidades.

Um pai que nunca me corrigiu ou ensinou com amor, ao contrário, sempre com surras e com dor.

Um pai que desrespeitou a lei de Deus e dos homens e que abusou sexualmente de mim e das minhas irmãs.

Esta é uma data que me deixa muito triste...

Triste pelo que me foi tirado...

Triste pela desconsideração...

Triste pela falta que faz em minha vida, ter um lugar para onde correr e alguém em quem eu possa confiar e abraçar.

Não tive e não tenho...

Nem pai, nem avô.

Nenhuma referência paterna que mereça amor, dedicação e respeito.

O único lugar onde encontro esta segurança, é em Deus que habita em mim e que existe da forma como eu acredito. E é a este Deus que hoje no Dia dos Pais, eu quero agradecer, pelo amor, pelo cuidado, pela paciência, pelo amparo e por todas as providências concedidas a mim, a minha mãe e a meus quatro irmãos.

Obrigada Senhor!


P.S.: Aquele que é pai e que cumpre seu papel com HONRA e AMOR,

Que leva a sério a missão que recebeu de Deus de cuidar e de proteger sua família...

Que corrige e ensina com amor.

Que se preocupa com os sonhos, com as dores, com as questões, com os estudos e com as necessidades do filho...

Que senta na primeira fila para torcer por ele ...

Que oferece um lugar para onde o filho pode correr quando tudo der errado...

Que faz o filho se sentir "FILHO".

A este PAI, eu carinhosamente desejo um FELIZ DIA DOS PAIS!