outubro 28, 2009

vencendo as energias negativas...

Todos nós sabemos que as energias negativas são uma das maiores preocupações do ser humano.
Procurar fugir delas é "besteira".
Ela nos alcança em qualquer lugar do planeta.
Mas podemos nos defender, começando a tomar uma série de atitudes e providências.
Abaixo seguem seis dicas pessoais para começar a combatê-las.

1. NÃO TEMER NINGUÉM
Uma das armas mais eficazes na subjugação de um ser é impingir-lhe o medo, sentimento capaz de uma profunda perturbação interior, vindo até a provocar verdadeiros rombos na aura, deixando o indivíduo vulnerável a todos os ataques.
Temer alguém significa colocar-se em posição inferior, não acreditar em si mesmo e em seus potenciais; temer significa falta de fé.
O medo faz com que baixemos o nosso campo vibracional, tornando-nos assim vulneráveis às forças externas. Sentir medo de alguém é dar um atestado de que ele é mais forte e poderoso.
Quanto mais você der força ao opressor, mais ele se fortalecerá.

2. NÃO SINTA CULPA
Assim como o medo, a culpa é um dos piores estados de espírito que existem.
Ela altera nosso campo vibracional, deixando nossa aura (campo de força) vulnerável ao agressor.
A culpa enfraquece nosso sistema imunológico e fecha os caminhos para a prosperidade.
Um dos maiores recursos utilizados pelos invejosos é fazer com que nos sintamos culpados pelas nossas conquistas.
Não faça o jogo deles e saiba que o seu sucesso é merecido.
Sustente as suas vitórias sempre!

3. ADOTE UMA POSTURA ATIVA
Nem sempre adoptar uma postura defensiva é o melhor negócio.
Enfrente a situação. Lembre-se sempre do exemplo do cachorro: quem tem medo do animal e sai correndo, fatalmente será perseguido e mordido.
Já quem mantém a calma e contorna a situação pode sair ileso.
Em vez de pensar que alguém pode influenciá-lo negativamente, por que não se adiantar e influenciá-lo beneficamente?
Ou será que o mal dele é mais forte que o seu bem?
Por que será que nós sempre nos colocamos numa atitude passiva, de vítimas?
Antes que o outro o alcance com sua maldade, atinja-o antecipadamente com muita luz e pensamentos de paz, compaixão e amor.

4. FIQUE SEMPRE DO SEU LADO
A maior causa dos problemas de relacionamentos humanos é a 'Auto-Obsessão'.
A influência negativa de uma pessoa sobre outra sempre existirá enquanto houver uma ideia de dominação, de desigualdade humana, enquanto um se achar mais e outro menos, enquanto nossas relações não forem baseadas pelo respeito mútuo.
Mas grande parte dos problemas existe porque não nos relacionamos bem com nós mesmos.
'Auto-Obsessão' significa não se gostar, não se apoiar, se auto-boicotar, se desvalorizar, não satisfazer suas necessidades pessoais e dar força ao outro, permitindo que ele influencie sua vida, achar que os outros merecem mais do que nós.
É não ouvir a voz da nossa alma, é dar mais valor à opinião dos outros.
Os que enveredam por esse caminho acabam perdendo sua força pessoal e abrem as portas para toda sorte de pessoas dominadoras e energias de baixo nível.
A força interior é nossa maior defesa.

5. SUBA PARA POSIÇÕES ELEVADAS
As flechas não alcançam o céu.
Coloque-se sempre em posições elevadas com bons pensamentos, palavras, ações e sentimentos nobres e maduros.
Uma atmosfera de pensamentos e sentimentos de alto nível faz com que as energias do mal, que têm pequeno alcance, não o atinjam.
Essa é a melhor forma de criar 'incompatibilidade' com as forças do mal.
Lembre-se: energias incompatíveis não se misturam.

6. FECHE-SE ÀS INFLUÊNCIAS NEGATIVAS
As vias de acesso pelas quais as influências negativas podem entrar em nosso campo, são as portas que levam à nossa alma, ou seja, a mente e o coração.
Mantenha ambos sempre resguardados das energias dos maus pensamentos e sentimentos, e fuja das conversas negativas, maldosas e depressivas.
Evite lugares densos e de baixo nível.
Quando não puder ajudar, afaste-se de pessoas que não lhe acrescentam nada e só o puxam para o lado negativo da vida.
O mesmo vale para as leituras, programas de televisão, filmes, músicas e passatempos de baixo nível.

(texto daqui)

promessas que me fiz e que ainda não cumpri...



Não vou viver como alguém que só espera um novo amor
Há outras coisas no caminho aonde eu vou
As vezes ando só, trocando passos com a solidão
Momentos que são meus e que não abro mão

Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora

Vou deixar a rua me levar
Ver a cidade se acender
A lua vai banhar esse lugar
E eu vou lembrar você

É... mas tenho ainda muita coisa pra arrumar
Promessas que me fiz e que ainda não cumpri
Palavras me aguardam o tempo exato pra falar
Coisas minhas, talvez você nem queira ouvir

Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora

Vou deixar a rua me levar

Ver a cidade se acender
A lua vai banhar esse lugar
E eu vou lembrar você...
(Composição: Ana Carolina / Totonho Villeroy)

saudade...

"Os Ventos que as vezes tirαm αlgo que αmαmos,

são os mesmo que nos trαzem αlgo que αprendemos α αmαr.

Por isso não devemos chorαr pelo que nos é tirαdo

e sim, αprender α αmαr o que nos foi dαdo.

Pois tudo αquilo que é reαlmente nosso,

nuncα se vαi pαrα sempre"

(Bob Marley)


de mim...
de alguns momentos...

P.S.: Tanta coisa acontecendo que eu não tenho tempo para mim.

hoje estou...


Como era bom quando eu podia falar:

Vó mostra a lingua!
Vó faz careta!
Vó fica brava!
Vó faz assim com a mão!

CLIC! CLIC! CLIC...

Agora só digo que tudo vai dar certo, que a dor vai passar, que você vai ficar boa e que eu nunca vou deixar de te amar... Meu aniversário tá chegando e tudo que eu queria era poder te dar o primeiro pedaço do meu bolo...

Tô cansada de te ver SOFRER!

TE AMO!

P.S.: Queria tanto que meus filhos te conhecessem... Te amassem... Queria tanto!

outubro 26, 2009

o inatingível...

Se as coisas são inatingíveis... Ora não é motivo para não querê-las.
Que tristes os caminhos, se não fora a mágica presença das estrelas!
(Mário Quintana)

outubro 24, 2009

coisas que o dinheiro não compra...

Tem coisas que o dinheiro não compra,
que a posição não conquista,
que a distância não diminui...
Estes dois sempre me deram amor e sempre demonstraram carinho com pequenos gestos, coisas que de tão simples se tornam imensas...
Obrigada Lindos!
Com amor e carinho da netinha Ly

outubro 23, 2009

não dá prá não lembrar...

Era uma delícia ganhar uma melissinha nova...
Além do cheirinho gostoso, sempre tinha um acessório (pochete, relógio, etc)... Aqui em casa era moda. Minha irmã até ganhou uma bicicleta numa promoção da melissinha (depois posto a foto). No ano passado, ela contou a história e ganhou o potrocínio da Melissa para a execução do trabalho dela de conclusão de curso de MODA na UNIP e como sempre foi sucesso total...

P.S.: Este post só podia ser cor de rosa, né?

om...

Om Saha nav-avatu
Saha nau bhunaktu
Saha viryam karava-vahai
Tejasvi nav-adhitamastu
Ma vidvishavahai
Om Shantih, Shantih, Shantih

TRADUÇÃO:
Que nós sejamos protegidos juntos
Que nós sejamos nutridos juntos
Que nós trabalhemos juntos com grande energia
(para o benefício de todos)
Que nossos estudos juntos sejam iluminadores
Que não haja mal amados entre nós
Om Paz,Paz,Paz

outubro 22, 2009

adoro este blog...

projeto

execução

resultado final

No CRAFTYNEST é sempre assim...
idéias maravilhosas e tutoriais com começo, meio e fim.
Vale a pena dar uma passadinha lá.

hoje...


Hoje eu fui no hospital e quando estava me despedindo, ela me disse: Quando eu sair daqui, vou fazer a toalha de mesa que você quer para você guardar de enxoval, pode comprar um pano bem bonito.
...
Tô péssima!
Ela tá morrendo e tá pensando na minha toalha...
Só quem conhece minha vó prá entender. Só quem conhece!

P.S.: Estas fotos foram tiradas quando ela fez um paninho para o meu enxoval... Vó que se preza é assim!

outubro 21, 2009

outubro 20, 2009

neuras...

é ou não é?
(rsrsr)

por um FUTURO melhor...

Não deixe em SILÊNCIO a maior das covardias!

Art. 18. É dever de todos velar pela dignidade da criança e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor. (Estatuto da Criança e do Adolescente - LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990.)



"Não me calo perante ameaças,
não me envergonho do que não tenho culpa,
respeito quem me respeita
e defendo quem merece minha dedicação e o meu amor."
(Lyz Fatori)

hoje estou...

... é preciso continuar!

outubro 17, 2009

chega de hipocrisia...

Como a gente faz para tirar do Registro de Nascimento, do RG, do Nome e da VIDA um sobrenome e pessoas que te dão ânsia de vômito e vergonha toda vez que são mencionados?

Meu sangue e a minha alma não toleram tanta hipocrisia e mentira, muito menos fazer de DEUS a máscara para minhas atitudes ou para a falta delas.

Graças a Deus minha doce e linda vózinha me deu FATORI...
Este sim é um nome que tenho "ORGULHO" de assinar.

Obrigada Vó linda!

Te amo porque você faz por merecer cada dia mais!

isto é SÉRIO!


Abuso sexual e, em menor escala, violência física durante a infância podem ser associados ao suicídio na idade adulta. Um novo estudo, publicado na edição de agosto do British Journal of Psychiatry, confirmou a vinculação entre essas ocorrências.

O contato sexual foi relatado por 10% das crianças (8% delas meninas); a violência física por 20,6% (a maioria garotos) e ambos os tipos de abuso por 8% dos alunos. O tipo considerado menos grave de contato sexual abusivo, envolvendo toque, foi o mais freqüente – apontado por 49% dos entrevistados.

Cerca de 25% das crianças disseram ter sofrido ameaças e sido vítimas do uso de força e agressividade por parte dos adultos. Em um terço dos casos de abuso sexual o agressor era um membro da família e em cerca de dois terços a violência ocorreu repetidas vezes. O estudo indicou que aqueles submetidos a repetidas experiências de violência geralmente se mostravam mais vulneráveis emocionalmente, que os que enfrentaram uma única ocorrência.

O grupo de não abusados apresentou menor prevalência de tentativas de suicídio durante a vida (6%) que os que sofreram abuso físico (12%), abuso sexual (15%) e ambos os tipos de abuso (32%). Há consenso entre os pesquisadores de que o abuso sexual cometido por uma pessoa da família (como o pai, padrasto ou irmão) costuma trazer mais risco de desorganização psíquica para a vítima. Já o ato praticado por um parente mais distante (como tio ou primo) carrega um risco intermediário; enquanto o abuso cometido por pessoa de fora da família em geral é mais facilmente superado. De acordo com os pesquisadores, isso se explica pelo fato de que o abuso praticado por pessoas afetivamente mais ligadas � criança ocorre, em geral, em grupos familiares com múltiplos problemas, e que não oferecem condições de segurança e superação após o abuso.

(texto daqui)

outubro 16, 2009

tudo ao contrário...


P.S.: às vezes é assim mesmo...

Reconhecendo o Abuso e a Violência Infantil


Praticar violência contra uma criança é crime. E para isto existe uma legislação específica – O Estatuto da Criança e do Adolescente –que está aí para determinar a punição. No Brasil é caso de polícia.

• Só para se ter uma idéia da gravidade da questão, é bom lembrar que todos os dias mais de 18 mil crianças são espancadas no país, segundo dados da UNICEF – Fundo das Nações Unidas para a Infância. Segundo a UNICEF, as mais afetadas são meninas entre sete e 14 anos.

• No Brasil, onde existe uma população de quase 67 milhões de crianças de até 14 anos, são registrados por ano 500 mil casos de violência doméstica de diferentes tipos. Em 70% dos casos os agressores são pais biológicos.

A violência contra a criança é crescente, mas nem sempre ocorre na forma de abuso sexual, tema que vem sendo amplamente discutido. Levantamento inédito do Núcleo de Atenção a Criança Vítima de Violência, da Universidade do Rio de Janeiro(UFRJ) mostra, com base de dados coletados de 1996 a Junho deste ano, que:

• 29,1% de meninos e meninas são vítimas de abuso físico.
• A violência sexual aparece em segundo lugar – 28,9%
• 25,7% sofreram negligência
• 16,3% abuso psicológico

Atitudes de pessoas responsáveis que desejam proteger as crianças:

RECONHECER O COMPORTAMENTO ABUSIVO

O abuso de crianças diz respeito a um ato cometido por um pai, responsável ou pessoa em posição de confiança (mesmo que não cuide da criança no dia-a-dia), ato que não seja acidental e que prejudique ou ameace prejudicar a saúde física ou mental e o bem-estar da criança. Há quatro tipos básicos de abuso no caso de crianças:

O abuso físico ocorre quando um adulto machuca uma criança fisicamente, sem ter havido um acidente. Inclui comportamentos como:

  • Agredir
  • Sacudir ou dar palmadas
  • Queimar ou escaldar
  • Chutar
  • Sufocar

A negligência consiste em maus tratos ou negligência que prejudique a saúde, o bem-estar ou a segurança de uma criança. Pode incluir negligência física, emocional ou educacional através de atos como:

  • Abandono
  • Recusa em buscar tratamento para uma doença
  • Supervisão inadequada
  • Riscos à saúde dentro de casa
  • Indiferença para com a necessidade que a criança tem de contato, elogio e estímulo intelectual
  • Nutrição emocional inadequada
  • Recusa em procurar escola para a criança
  • Sonegação de alimentos
O abuso emocional afeta profundamente a auto-estima da criança, submetendo-a a agressão verbal ou crueldade emocional. Nem sempre envolve feridas visíveis. Pode incluir situações como:

  • Confinamento estrito, como num guarda-roupa
  • Educação inadequada
  • Disciplina exagerada
  • Permissão consciente para ingerir álcool ou drogas
  • Ridículo

O abuso sexual envolve contato sexual entre uma criança ou adolescente e um adulto ou pessoa significativamente mais velha e poderosa. As crianças, pelo seu estágio de desenvolvimento, não são capazes de entender o contato sexual ou resistir a ele, e podem ser psicológica ou socialmente dependentes do ofensor.
O abuso sexual abrange qualquer toque ou carícia imprópria, incluindo comportamentos como incesto, molestamento, estupro, contato oral-genital e carícia nos seios e genitais. Além do contato sexual, a violência pode incluir outros comportamentos abusivos como estimular verbalmente de modo impróprio uma criança ou adolescente, fotografar uma criança ou adolescente de modo pornográfico ou mostrar-lhe esse tipo de fotos, expor uma criança ou adolescente à pornografia ou atividade sexual de adultos.

USAR DEVIDAMENTE AS OPORTUNIDADES DE ENSINAR AS CRIANÇAS

  • Ninguém tem o direito de tocar as partes íntimas do seu corpo ou fazer com que não se sintam à vontade com o que se diz de seu corpo ou o de outra pessoa. As crianças têm o direito de dizer um audível e enfático Não até mesmo a parentes e amigos que fizerem isso.
  • Os adultos não devem pedir que as crianças guardem segredo daquilo que fazem juntos. Se alguém pedir que a criança guarde esse tipo de segredo, ela deve contar a seus pais, à professora ou outro adulto, imediatamente. Pelo menos a metade de todos os casos de abuso sexual de crianças ocorre dentro da família.
  • Não devem permitir que alguém tire fotografias delas, parcial ou totalmente despidas. Se alguém sugere fazer isso ou lhes mostrar fotos de outras crianças nessa situação, devem relatar o incidente aos pais, à professora ou a outro adulto, imediatamente.
  • As crianças devem relatar aos pais, à professora ou a um adulto se alguém faz comentários tolos sobre sexo, mostra figuras pornográficas ou faz gestos obscenos (ou algum gesto que elas não entendam).
  • As crianças também devem contar se alguém lhes oferece presentes ou dinheiro.
  • Nunca devem abrir a porta para alguém, se estiverem sozinhas em casa.
  • Nunca devem dizer a alguém pelo telefone que estão sozinhas em casa. Tampouco devem responder perguntas.
  • Nunca devem entrar na casa ou no carro de alguém sem prévia autorização verbal dos pais. Não é seguro ou apropriado que os pais transmitam essa permissão através de outro adulto.
  • Não devem sentir-se responsáveis por ajudar adultos estranhos a procurar um endereço, bicho de estimação, etc. É impróprio que os adultos procurem esse tipo de ajuda com as crianças.
  • As crianças devem saber como usar o telefone numa emergência. Devem saber o número do telefone de sua casa e como usar os números de emergência. Devem ser ensinadas a acessar um operador em telefone público se não tiverem cartão.
  • Toda criança deve conhecer as três regras de “segurança e sobrevivência” para a prevenção do abuso:
    Dizer NÃO!
    Afastar-se imediatamente!
    Contar a alguém!

RECONHECER POSSÍVEIS INDÍCIOS DE ABUSO CONTRA CRIANÇA

Os possíveis indicadores de abuso mencionados abaixo não constituem necessariamente prova de que uma criança esteja sendo abusada ou negligenciada. Devem servir como sinais de alerta no sentido de se observar a situação e procurar ajuda para saber se a criança precisa ou não de ajuda. Confie nos seus instintos se achar que uma família ou pessoa está em apuros.

Alguns possíveis indícios são:

Conduta da criança

  • Comportamento autodestrutivo ou agressivo
  • Fraturas, feridas, contusões inexplicadas ou explicações improváveis para o estágio de desenvolvimento da criança
  • Depressão, passividade
  • Comportamento hiperativo ou demolidor
  • Conduta sexualizada ou conhecimento precoce de comportamento sexual explícito; pseudo-maturidade
  • Fugas, conduta promíscua
  • Uso de álcool ou drogas, desordem alimentar
  • Isolamento da criança em relação à família
  • Expectativas exageradas dos pais

Conduta dos pais

  • A raiva contra a criança parece desproporcional ao seu comportamento
  • Atitude negativa consigo mesmos ou com a criança
  • Atitude defensiva em relação com o tratamento rude que eles mesmos tiveram quando crianças

OUVIR A CRIANÇA E ACREDITAR NELA

As crianças raramente inventam histórias sobre abuso. Simplesmente não têm ainda o vocabulário ou a experiência para inventar essas histórias. O relato que uma criança faz sobre um comportamento que as deixa desconfortáveis é sempre digno de cuidadosa atenção.

AGIR DIANTE DA SUSPEITA DE ABUSO

  • Dar os passos necessários para proteger a criança de futuros abusos. Um passo importante para garantir essa proteção é relatar o fato às autoridades.
  • Fazer cessar a violência do agressor. Entrar em contato com a polícia é um passo útil para colocar o agressor no seu lugar e conscientizá-lo da responsabilidade por seus atos.
  • Fazer o contato entre a família e os serviços de apoio profissional disponíveis.
  • Reconstruir o relacionamento familiar onde o arrependimento e a mudança de conduta abrirem caminho para o perdão e a reconciliação.
  • Ajudar a família a lamentar a perda de relacionamentos importantes quando a reconciliação não for possível.

ENVOLVER PROFISSIONAIS QUE PODEM AJUDAR

Em muitas partes do mundo, pessoas em posição de poder ajudar – professores, médicos, conselheiros, policiais, assistentes sociais e outros da área da saúde – são legalmente obrigados a relatar uma suspeita de abuso ou negligência a uma autoridade que cuide dos direitos da criança. O comportamento abusivo dos agressores geralmente aumenta com o passar do tempo, se não for impedido. O envolvimento de um amplo círculo de profissionais quando se trata de um caso suspeito de abuso contra crianças resulta numa intervenção efetiva para o agressor, além de ajudar a vítima. O arrependimento, a conversão, a oração e o aconselhamento espiritual podem ajudar o agressor, mas a intervenção profissional é mais eficaz em fazer com que ele se sinta responsável por seus atos e cesse a conduta abusiva.

Denuncie

Quem suspeita de que uma criança esteja sofrendo agressão de qualquer forma deve encaminhar a denúncia para o Conselho Tutelar ou para o Ministério Público de sua cidade o mais rápido possível. Se ficar provado que a criança é vítima de maus tratos, o agressor será punido, e a guarda da criança passará a ser do parente mais próximo.

No caso de maus tratos, a pena varia de dois meses a um ano. Se a agressão resultar em lesão corporal de natureza grave, a pessoa pode pegar de 1 a 4 anos. Já no caso de morte, o agressor pode ser condenado de 4 a 12 anos.

DENUNCIANDO AO CONSELHO TUTELAR

O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.

Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.

Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.

Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.

Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.

AS PRINCIPAIS FUNÇÕES DO CONSELHO TUTELAR SÃO:

  • receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação demaus tratos e determinar as medidas deproteção necessárias;
  • determinar matricula e freqüência obrigatória em estabelecimentooficial de ensino fundamental, garantidoassim que crianças eadolescentes tenham acesso à escola;
  • requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ouadolescentes, quando necessário;
  • atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas depromoção à família, tratamentopsicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química.
  • orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensinofundamental, acompanhando suafreqüência e aproveitamento escolar;
  • requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviçosocial, previdência, trabalho e segurança;
  • encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos decrianças e adolescentes.

FONTE: CAMPANHA QUEBRANDO O SILÊNCIO E SITE NEV CIDADÃO

(texto daqui)